terça-feira, 7 de abril de 2009

Aeeee Aeeeee TOMA ALEMÃO!!!Button sobre ida de Schumi para a Brawn: 'Não precisamos da ajuda de outro piloto!!!'

Conselheiro da Ferrari desde 2006, o heptacampeão Michael Schumacher poderá deixar a equipe italiana ao final da temporada. A imprensa alemã já comenta a possibilidade de Schumi ser contratado pela Brawn GP para exercer a mesma função, após o término do contrato do ex-piloto com a escuderia de Maranello. Mas para Jenson Button, piloto da Brawn, esse reforço não será necessário. - Nós não precisamos da ajuda de outro piloto. Sabemos muito bem o que é preciso para vencer - revelou o líder do campeonato ao site "FoxSports". Atualmente, o trabalho de Schumacher nos boxes da Ferrari tem sido criticado pela imprensa de seu país. Na última segunda, os jornais alemães informaram que ele estaria envolvido na decisão de colocar pneus de chuva no carro de Kimi Raikkonen, da Ferrari, quando a pista do circuito de Sepang ainda estava seca.

McLaren demite diretor esportivo envolvido em polêmica na Austrália...


A McLaren anunciou a demissão de Dave Ryan como diretor esportivo no mesmo dia em que foi chamada pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) para prestar declarações sobre sua conduta no GP da Austrália, primeira prova da temporada 2009 da Fórmula 1. Segundo uma nota, a rescisão foi acertada nesta terça, e Ryan não está mais vinculado a nenhuma empresa do grupo McLaren. Ele tinha sido suspenso durante a disputa do GP da Malásia, semana passada. Ainda citando o documento, a McLaren afirma seu desejo de "cooperar plenamente" com o processo, e define como "bem-vinda" a oportunidade de trabalhar com a FIA pelo "interesse" da F-1.


A escuderia teria quebrado o código esportivo internacional da federação ao supostamente passar informações falsas ao piloto inglês Lewis Hamilton, atual campeão do mundo, durante a prova em Melbourne. Segundo os comissários da prova, Hamilton e a McLaren, com Ryan como representante, mentiram no testemunho do dia 29 de março, depois do GP da Austrália. O piloto italiano Jarno Trulli, da Toyota, chegou a perder o terceiro lugar da prova para Hamilton por conta deste incidente envolvendo a entrada do safety car, mas acabou levando o posto de volta.

Trulli foi punido por ultrapassar Hamilton com o carro de segurança, mas o inglês tinha reduzido drasticamente sua velocidade e estava na lateral do circuito. Por isso, acreditou que o piloto estava com problemas e passou por ele. Hamilton e a McLaren acabaram fora do primeiro GP da temporada.

McLaren é intimada pela FIA para depor sobre polêmica ocorrida na Austrália

A McLaren foi convocada para uma reunião extraordinária no Conselho Mundial da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) no dia 29 de abril, em Paris. A escuderia inglesa teria quebrado o código esportivo internacional da entidade ao supostamente passar informações falsas ao piloto inglês Lewis Hamilton, atual campeão do mundo, durante a prova em Melbourne. Ainda não se sabe que tipo de punição será tomada, se uma simples multa, uma suspensão ou até mesmo a exclusão do campeonato.

O inglês foi desclassificado da corrida em Melbourne após os comissários descobrirem que Hamilton e Dave Ryan, diretor esportivo da McLaren, mentiram em seus depoimentos. Ele ultrapassou Jarno Trulli, da Toyota, na presença do safety car, e a equipe mandou devolver a posição. Na torre de controle, ambos negaram as ordens.

Confira o diálogo entre Hamilton e a equipe durante o GP da Austrália.

Na última sexta-feira, Hamilton pediu desculpas aos comissários da FIA e a seus fãs após o que chamou de "grande erro". O inglês disse que não tinha intenção de enganar ninguém.

Nesta terça, logo após a convocação da FIA, a McLaren decidiu demitir o diretor esportivo Dave Ryan, que tinha sido suspenso durante a disputa do GP da Malásia, semana passada.

BMW acelera preparação do difusor


Primeira equipe sem difusor traseiro a subir no pódio nesta temporada, a BMW se prepara para introduzir a peça em seus carros, antes mesmo do julgamento da Corte de Apelações da FIA, que acontece no dia 14. A equipe alemã não pretende perder tempo, pois, se os difusores de Brawn GP, Toyota e Williams forem considerados legais, a BMW poderá ficar, literalmente, para trás. As informações são do site "PlanetF1". - Duas das três equipes com aqueles difusores estão claramente mais rápidas. A Brawn é a número um, seguida pela Toyota. Todos (trabalham em sua própria versão). Não podemos ficar sentados esperando uma decisão da Corte de Apelações. Temos de trabalhar nisso - disse o chefe da BMW, Mario Theissen.

O dirigente, porém, não prevê uma mudança imediata na relação de forças da F-1, caso a FIA libere o uso dos difusores para essas três equipes. - Quanto antes isso for resolvido, melhor. Mas você não pode esperar uma grande redução de diferença nas próximas semanas. É claro que as equipes que já têm tais difusores estão desenvolvendo seus carros também - afirmou Theissen. No dia 14 de abril a Corte de Apelações da Federação Internacional de Automobilismo vai julgar a legalidade do difusor traseiro das equipes Brawn GP, Toyota e Williams. Mesmo antes do veredicto a Ferrari, McLaren, Renault, RBR também já estão trabalhando no desenvolvimento da peça, caso não seja proibida.

Organizadores do GP da Malásia planejam alterar o horário da corrida para 2010


O fim antecipado do GP da Malásia por falta de luz natural, depois de uma paralisação de 40 minutos devido a um verdadeiro dilúvio, não agradou aos chefes do circuito de Sepang. Na próxima edição da prova, eles pretendem pedir a alteração do horário da largada, para evitar que o problema aconteça novamente. As informações são do site "F1live". A largada dos GPs da Austrália e da Malásia foram marcadas para as 17h, horário local, para serem transmitidas em um horário que desse mais audiência na Europa. Às 10h da Inglaterra e 11h em países como França, Alemanha e Itália. A Malásia se encontra numa zona de clima tropical e chuvas torrenciais, como a que caiu durante a prova do último domingo, são comuns no fim da tarde.



- Definitivamente, precisamos propor um horário mais adequado para nossa corrida. A questão aqui é se temos bastante luz do sol, mas no domingo esse não foi o caso. Não foram somente os fãs que ficaram insatisfeitos com uma corrida mais curta. Todos na Fórmula 1 perderam dinheiro - disse Razlan Razali, um dos chefes do circuito. O chefão da categoria, Bernie Ecclestone, disse que a prova continuará a ser realizada no mesmo horário.
- Não vejo nada de errado com o horário da largada, nós só não sabíamos da chuva. Se a corrida tivesse começado às 14h (horário local) teria chovido da mesma forma - afirmou o dirigente.

Para empresário de Schumi, críticas voltadas para o alemão são 'idiotas'

Willi Weber, empresário do alemão Michael Schumacher, classificou como "idiotas" as críticas direcionadas ao heptacampeão mundial após o GP da Malásia. Segundo a imprensa alemã, ele estaria envolvido na decisão de colocar pneus de chuva no carro de Kimi Raikkonen, da Ferrari, quando a pista do circuito de Sepang ainda estava seca. Weber, no entanto, disse que o alemão não teve participação na escolha dos compostos. - As críticas voltadas a Schumacher são totalmente idiotas. Seu contrato com a Ferrari acaba no fim do ano, mas não sei se será renovado. O ataque contra Schumacher não faz sentido. Ele conhece todo mundo e estava em Sepang apenas por acaso. As decisões foram tomadas pela equipe - disse o empresário ao jornal italiano "Gazzetta dello Sport". Chefe da Ferrari, Stefano Domenicali preferiu não afirmar publicamente se Schumacher foi o responsável pela escolhas dos pneus de Raikkonen. - É algo que iremos discutir internamente - afirmou o dirigente.

Ross Brawn prevê disputa acirrada: 'Ferrari e McLaren ainda vão chegar'


O chefe-executivo da Brawn GP, Ross Brawn, afirmou, nesta terça-feira, que considera “inevitável” a recuperação das gigantes Ferrari e McLaren ao longo do ano, mesmo após o mau começo de ambas na competição.Enquanto a Brawn GP conquistou a dobradinha na Austrália e teve Jenson Button como vencedor na Malásia, as finalistas das últimas duas temporadas, Ferrari e McLaren, somam apenas um ponto juntas.

De acordo com Brawn, elas estão pagando o preço por terem disputado os títulos de 2007 e 2008 até a última etapa. - É um reflexo do que ocorreu no último ano ou nos últimos dois anos. Com as mudanças no regulamento, McLaren e Ferrari tinham um campeonato a disputar. Entendo que era muito difícil para elas dizerem 'pararemos de trabalhar para este ano e colocaremos esforços no próximo'. Para nós, não foi nem uma decisão esperta, foi fácil de ser resolvido. Não tínhamos um carro muito bom, então por que gastar tempo com ele? Para eles, era uma decisão bem mais difícil, mas as duas são muito fortes e empresas de engenharia fantásticas, então elas resolverão seus problemas - afirmou Brawn.

Embora os resultados iniciais dêem conta de que uma ‘nova ordem mundial’ se instaura na Fórmula 1, Ross Brawn descarta o favoritismo. Ele acredita que o começo animador de sua equipe “não é um indicativo de como as coisas irão se desenvolver no decorrer da temporada.”